Terça-feira, Junho 13, 2006 

Papado é envolto em teorias conspiratórias e criminosas

Desde São Pedro, 2.000 anos não foram suficientes para destruir a instituição do papado mas, século a século, crescem as lendas a respeito do líder máximo do catolicismo. Satanismo, envolvimento com a máfia, com a CIA [agência de inteligência americana] ou com grupos de ''manipuladores'' mundiais, tudo isso faz parte do lado ''sombrio'' atribuído ao pontificado --porém jamais provado.Ao menos 10 anos antes do advento do livro ''Codigo da Vinci'', de Dan Brown, boa parte das lendas e teorias conspiratorias que hoje grassam na internet provêm de um livro chamado ''As Sociedades Secretas do seculo 20'', escrito por Jan van Helsing (certamente um pseudonimo).O livro não é vendido em livrarias e nem consta de catálogos. Quando encontrado em sebos, é vendido por pequenas fortunas. Não é exatamente um livro, mas a fotocópia de mais de 300 páginas daquilo que foi um livro. O original jamais foi visto. Há uma versão fotocopiada em português.Uma das principais ''teorias'' de Van Helsing (além de um indisfarçável e insistente anti-semitismo) é que todos os papas pertenceriam a ordens secretas semelhantes (em estrutura interna) à maçonaria ou à Opus Dei.Segundo ele, João Paulo 2º teria sido um auxiliar da CIA na derrubada do comunismo, em parceria com Ronald Reagan e um outro ''conspirador'', o desmantelador da União Soviética Mikhail Gorbatchov (1985-1991).Todos os papas, afirma, também integrariam um grupo fechadíssimo chamado ''Comitê dos 300'' --o grupo das 300 pessoas mais poderosas e influentes da Terra.Para despistar os olhos do mundo sobre suas atividades, o comitê se reuniria sigilosamente sempre durante grandes eventos internacionais públicos, como os encontros do G7, Clube de Paris, de Roma ou o Fórum de Davos.Essas 300 pessoas definiriam secretamente --aparentemente obedecendo a uma hierarquia ainda mais acima dela, chamada a Tríade-- os rumos da economia mundial, do desenvolvimento e a pauta de avanços tecnológicos que a humanidade teria acesso nos próximos anos. Um dos principais braços externos do Comitê dos 300, diz van Helsing, seria o CFR (Council Foreign Relations) --o poderoso Conselho das Relacoes exteriores dos Estados Unidos.Também definiriam eleições e derrubariam governantes em qualquer local do mundo, dado seu poder econômico(afinal, o comitê incluiria boa parte da lista dos mais ricos do mundo da Forbes). O historiador britânico Paul Johnson, em ''The Papacy'' (traduzido no Brasil como ''O Livro de Ouro dos Papas'', editora Ediouro, 349 pags.), também cita algumas dessas teorias conspiratórias papais.Ele cita especificamente a teoria de que João Paulo 1º, antecessor de Karol Josef Wojtyla, pode ter sido assassinado por envenenamento na madrugada de 28 de agosto de 1978.A autoria do crime? Johnson não diz, mas deixa indícios de que teria sido um trabalho da máfia italiana, disposta a calar o novo pontífice porque o mesmo estaria disposto a investigar a fundo e divulgar informações sobre o então escândalo do banco Ambrosiano (pertencente ao Vaticano).Quatro anos depois, além de outras mortes, o escândalo levaria ao suicídio (suspeitíssimo) de Roberto Calvi, então presidente do Ambrosisano e apelidado de ''banqueiro de Deus''.Paranóia ou oportunismo literário a verdade é que as teorias conspiratórias envolvendo o papa e o Vaticano não vão terminar tão cedo. Não enquanto houver milhões de entusiastas desse tipo de literatura. Vide o sucesso de Dan Brown.

Retirado do Jornal Folha de São Paulo 06/04/2005

Sábado, Junho 10, 2006 

Experimento Filadélfia

Em meados de outubro de 1943, a Marinha dos Estados Unidos teria realizado uma série de testes no Estaleiro Naval de Filadélfia, no estado de Vírginia, e no mar. Apesar das fontes básicas de informação permanecerem obscuras e da negativa oficial da realização de tal experiência, as notícias sobre o caso seguem o mesmo padrão: a tentativa de fazer um navio de guerra ficar invisível teria sido bem sucedida, a não ser pelos efeitos nocivos causados à sua tripulação. A idéia seria criar um campo magnético artificialmente induzido, para causar o desaparecimento temporário da embarcação. A vantagem disso para a guerra naval reside no fato de se obter uma camuflagem perfeita.Pesquisadores e estudiosos do assunto afirmam ter relatos de pessoas ligadas ao Departamento de Pesquisas Navais e de marinheiros que sobreviveram ao teste. Segundo eles, geradores pulsatórios e não-pulsatórios foram operados para criar um tremendo campo magnético dentro e em torno do navio, supostamente o destróier USS Eldridge (D-173), que ao ficar invisível deixou apenas o desenho de sua forma na água. À medida que se intensificava o campo de força, alguns tripulantes também começaram a desaparecer. Mas ao término da experiência muitos foram hospitalizados, alguns morreram e outros sofreram efeitos mentais adversos.
É difícil provar se a Experiência Filadélfia realmente aconteceu, mas a idéia é válida, apoiada na teoria do "campo unificado" de Albert Einstein, uma tentativa de juntar de maneira lógica os campos magnéticos e gravitacionais e outros fenômenos subatômicos. No entanto, a Marinha americana afirma que tal experiência jamais aconteceu e não há nenhum documento registrando oficialmente o ocorrido ou pesquisas governamentais nesta área.Verdade ou ficção, o fato é que o navio citado existiu. O USS Eldridge entrou em serviço ativo em 1943, realizando missões de escolta e patrulhamento em torno das ilhas Bermudas e da baía de Chesapeake. Após a guerra foi transferido para a Marinha da Grécia.

Terça-feira, Junho 06, 2006 

Area 51 no Google Earth - Circulos estranhos

Procurando a famosa Área 51 no Google Earth pelas suas coordenadas geográficas(37 38 33.65N 115 48 00.66W), encontrei essa imagem no mínimo bem curiosa...

















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Achados misteriosos no Amapá


Arqueólogos brasileiros encontraram uma estrutura de pedras em uma região remota da Amazônia, tal evento traz nova luz no que concerne o real passado histórico desta região.O sítio parece ser um observatório ou lugar de culto cuja edificação antecede a colonização portuguesa e indica que os construtores possuíam um conhecimento sofisticado de astronomia.A aparência das ruinas lembra muito as de Stonehegen na Inglaterra.Este achado parece ser de grande importância para esclarecer o real passado histórico da região amazônica, pois tradicionalmente pensava-se que não existissem sociedades avançadas na Amazônia.Os arqueólogos fizeram a descoberta no Estado do Amapá, no extremo norte do Brasil.Foram encontrados 127 blocos de pedra, parcialmente enterrados no topo de uma colina.Todos os blocos muito bem conservados e pesando algumas toneladas, “arrumados” em pé e posicionados em distancias iguais uns dos outros. Ainda não se sabe quando a estrutura foi erguida, porém diversos fragmentos de cerâmicas indígenas foram encontrados no local que datam de aproximadamente 2.000 anos atrás.O que mais chamou a atenção dos arqueólogos foi a sofisticação da construção.As pedras parecem que foram colocadas de certa maneira no solo para representar o solstício de inverno, pois se sabe que as antigas civilizações do Amazonas utilizavam as fases da Lua e o movimento das estrelas para nortear o período de plantio.Apesar da descoberta no Amapá estar sendo comparada a Stonehegen, o antigo círculo de pedras no sul da Inglaterra é muito mais antigo. O período em que foi construído Stonehange é de 3.000 a 1.600 AC.